Considerando (2)
Enviado em 30 de Julho de 2007
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Passe livre para idosos
Aplaudo a atitude do prefeito Amauri Johnsson, ao exigir o cumprimento de uma lei federal constante do Estatuto do Idoso, mas faço restrições ao governo federal quando, com a lei, instituiu mais um ônus para empresas do transporte coletivo. Se o governo federal quiser extender suas benesses (como o Bolsa-Família, etc.), que constitua os recursos para o ressarcimento às empresas. Acontece que, em nosso município, segundo consta, nenhuma das empresas que fazem o transporte de passageiros e, portanto, passiveis de concessão pública, estaria com sua situação empresarial regularizada. Daí ser-lhes difícil reclamar, mas pagos os impostos devidos, é injusto que se-lhes imponha mais um ônus que só serve para incrementar o assistencialismo oficial preponderante na nação brasileira, sem que seja exigido do cidadão, a contra-partida mínima.
Trânsito
Na última segunda-feira (23/07) este colunista participou de reunião com representantes do Detran-PR, para tratar da reorganização do trânsito em nossa cidade. O pessoal do órgão estadual tem um enfoque que, apesar de relevante (aponta vítimas fatais) não é o que deve ser abordado no momento. É necessário que a nossa cidade seja alvo de engenharia de tráfego, para que sejam tomadas as providências necessárias à correta sinalização de acessos a ruas, proibição de tráfego de veículos pesados, fiscalização de documentação, estacionamento, e, finalmente, disciplina-mento com a aplicação das cominações legais inerentes à matéria (multas, apreensão de veículos, etc.). Não é mais aceitável que o uso de veículos seja exercido ao bel-prazer de proprietários e condutores, sem que a lei seja aplicada. Se as providências necessárias não forem tomadas hoje, daqui a algum tempo elas não serão mais possíveis. O poder público deve enfrentar o problema, oferecendo alternativas viárias que permitam o regular fluxo do trânsito, pois a desordem vigente, especialmente às segundas e sextas feiras, não pode persistir. Não queremos aqui, culpar os dirigentes atuais, pois os problemas vem de longa data, mas é preciso que a autoridade competente busque as alternativas. O encontro de segunda-feira pode ser o início da projeção futura, com a educação preventiva nas escolas e outros segmentos da sociedade, mas antes de tudo, deve haver o enfrentamento do caos existente. Desse caos ha que se destacar os acessos às duas principais escolas da cidade (Prefeito Octávio Furquim e Manoel Borges de Macedo), que precisam ser readequadas. Quanto à da Escola Manoel Borges de Macedo, consta que já existe a projeção do acesso pela Rua Aidê Rocha, nos fundos do estabelecimento. Há informações de que o estado não tem verbas para a realização do projeto, mas como se trata de um problema urbano municipal, a administração local deve se ater ao problema e resolve-lo da melhor forma possível. Já na Escola Prefeito Octávio Furquim, há uma rua nos fundos que, com algumas providências, pode servir de acesso. Na atual situação, o estacionamento de ônibus e “vans” em frente ao estabelecimento, tumultua o trânsito, embora a prefeitura - acertadamente - disponha de pessoa para a proteção das crianças. As diversas bancas existentes no local, também são fator de dificuldades, pois o pedestre não tem alternativas. Aliás, na Rua Cel. Carlos Pioli, em toda sua extensão, deveria haver o estacionamento em 45° de um lado só. Se for preciso instituir o chamado Estacionamento Regu-lamentado pago, que se faça, pois o tumulto é geral e deve ser enfrentado.